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TJDFT lança 32ª Semana Nacional da Justiça pela Paz em Casa contra violência à mulher

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Fachada do TJDFT em Brasília durante lançamento da Semana Nacional da Justiça pela Paz em Casa contra violência à mulher.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) lança nesta segunda-feira, 9 de março de 2026, a 32ª Semana Nacional da Justiça pela Paz em Casa. A iniciativa, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), visa dar maior visibilidade à violência contra as mulheres e acelerar o julgamento de processos relacionados ao tema. Com eventos educativos e julgamentos concentrados, a programação se estende até 13 de março, com atividades adicionais ao longo de todo o mês.

Objetivos e importância da iniciativa

A Semana Nacional da Justiça pela Paz em Casa busca sensibilizar a sociedade sobre a gravidade da violência doméstica contra mulheres. Por meio de ações como rodas de conversa, palestras e seminários, o TJDFT e a Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica (CMVD/DF) pretendem fomentar discussões e promover a paz familiar. Além disso, a aceleração nos julgamentos contribui para uma resposta mais ágil do sistema judiciário, ajudando vítimas a obterem justiça de forma mais eficiente.

Programação e atividades planejadas

As atividades incluem homenagens, visitas a escolas públicas do Distrito Federal e reuniões de alinhamento com parceiros. Haverá também parcerias para cirurgias reparadoras destinadas a mulheres vítimas de violência. A programação ocorre em diversos locais, como Taguaparque, Associação de Idosos de Taguatinga, Teatro Pedro Calmon, MPDFT, Polo Leste, Santa Maria, Provid Gama e Ceilândia, garantindo amplo alcance na região.

  • Rodas de conversa e palestras educativas sobre prevenção à violência.
  • Homenagens a vítimas e profissionais engajados no tema.
  • Seminários e visitas a escolas para conscientização de jovens.
  • Reuniões para alinhamento de parcerias em cirurgias reparadoras.

Participantes e impacto esperado

Entre os envolvidos estão juízas como Maryanne Abreu, Fabriziane Zapatta, Gislaine Carneiro Campos e Luciana Rocha, além de servidores como Marcos Francisco de Souza, Luana Nascimento e Lianne Oliveira. Mulheres vítimas de violência também participam, compartilhando experiências para inspirar mudanças. Espera-se que a iniciativa fortaleça a rede de apoio no Distrito Federal, incentivando denúncias e promovendo uma cultura de paz e respeito.

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