No Distrito Federal, especialistas explicam que idosos podem doar órgãos em vida. Rim e parte do fígado entram na lista de possibilidades. A decisão depende de avaliação médica individualizada sobre a saúde do doador.
Avaliação médica define quem pode doar
Médicos realizam exames de sangue, imagens, testes cardíacos, pulmonares e psicológicos. O acompanhamento continua após a doação. Qualquer pessoa em boas condições de saúde pode doar, sem limite de idade fixo.
A doação em vida é um ato de amor e solidariedade. Qualquer pessoa pode ser doadora, desde que esteja em boas condições de saúde. Não há limite de idade, mas é preciso fazer uma avaliação criteriosa.
Eliana Machado
Doadores com mais de 70 anos já entregaram um rim a filhos ou cônjuges no Hospital de Base de Brasília. A qualidade do órgão e a saúde geral do doador determinam o sucesso.
Doação em vida reduz fila de transplantes
A medida busca aumentar as doações em vida e baixar a taxa de recusa familiar, que chega a 45%. Cerca de 40 mil pessoas aguardam transplantes por ano no Brasil. No Distrito Federal, a Central de Transplantes orienta potenciais doadores durante o Setembro Verde, que termina em 27 de setembro de 2026.
Cuidados após a doação protegem o doador
Especialistas recomendam acompanhamento contínuo para quem doa. O objetivo é garantir que o doador mantenha qualidade de vida. Residentes do Distrito Federal podem procurar a Central de Transplantes para iniciar a avaliação.