Manifestantes se reuniram em Brasília para protestar contra o governador Ibaneis Rocha, exigindo a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar irregularidades no Banco de Brasília (BRB). O ato, que ocorreu em meio a crescentes tensões políticas no Distrito Federal, reflete descontentamento com a gestão do governador, especialmente em relação a supostas falhas na administração financeira da instituição. Participantes do protesto, incluindo representantes de movimentos sociais e opositores políticos, criticaram a falta de transparência e pediram maior accountability nas decisões governamentais. Essa mobilização ganha relevância em um contexto de instabilidade política local, onde questões como corrupção e má gestão pública têm sido temas recorrentes nas discussões da Câmara Legislativa do DF.
Em outro desenvolvimento significativo, o Governo do Distrito Federal (GDF) foi obrigado a arcar com os prejuízos causados pela danificação de uma tornozeleira eletrônica usada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão judicial determina que o GDF pague pelos danos, destacando as implicações financeiras de medidas de monitoramento impostas pela Justiça. Bolsonaro, que enfrenta processos judiciais, teve o equipamento danificado, e o caso ilustra as interseções entre ações judiciais federais e responsabilidades locais. Enquanto isso, em uma notícia relacionada à segurança pública, um juiz negou a soltura de um acusado de esquartejar uma mulher no DF, citando “elevada periculosidade”, o que reforça o rigor do sistema judiciário local em crimes graves.
Adicionalmente, a Universidade de Brasília (UnB) sediou o lançamento de uma cartilha destinada a comunicadoras negras, promovendo empoderamento e combate ao racismo na mídia. No âmbito social, testemunhas indicaram que a morte de uma menina de 13 anos baleada na cabeça pode ter sido acidental, enquanto o obituário registrou 40 funerais no DF e Entorno nesta segunda-feira (24/11), refletindo o dia a dia da comunidade local em meio a esses eventos políticos e judiciais.