Marco Antonio D’amico, de 67 anos, faleceu em decorrência de traumatismo craniano após cair da escada durante o desembarque de um avião no aeroporto de São José do Rio Preto (SP), no dia 19 de janeiro. A informação foi confirmada por meio de laudo necroscópico, apurado com exclusividade. Na ocasião, os bombeiros foram acionados e encontraram o passageiro em parada cardiorrespiratória, mas ele não resistiu e morreu no local. O incidente ocorreu no voo 3082 da Latam Airlines Brasil, que partiu do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, às 17h35, e pousou em Rio Preto às 18h25. A companhia aérea expressou solidariedade aos familiares e informou que solicitou assistência imediata do aeródromo e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no momento do ocorrido, acompanhando as comunicações oficiais das autoridades sobre o real motivo do falecimento.
O inquérito policial, concluído em 10 de junho e remetido ao Ministério Público (MP), foi arquivado no dia 2 de julho, uma vez que não foram constatadas irregularidades na pista ou na escada que pudessem ter contribuído para a queda. As auxiliares da pista depuseram à polícia, e as imagens de câmeras de segurança foram analisadas, mas a investigação não identificou dolo ou culpa, levando o MP a entender que não houve crime. As causas exatas da queda, como um possível tropeço ou vertigem, não foram relatadas no inquérito. Agora, a família pode optar por recorrer à Justiça na esfera civil em busca de reparações financeiras ou indenizações, embora o MP não tenha retornado questionamentos adicionais sobre o caso até o momento.
A família de Marco Antonio D’amico relatou que ele realizava check-ups anuais e não apresentava problemas cardíacos, o que reforça o mistério em torno das circunstâncias da queda. O arquivamento do caso destaca questões sobre segurança em aeroportos e responsabilidades civis, sem que haja indiciamento de qualquer parte envolvida.