Encerramento do Ano Jubilar em Brasília Marca Momento de Esperança e Renovação
A Arquidiocese de Brasília encerrou o Ano Jubilar de 2025 com missas, procissões e testemunhos de fiéis na Catedral Metropolitana e na Basílica São Francisco de Assis. O evento, proclamado pelo Papa Francisco, destacou temas de renovação espiritual, conversão, misericórdia e esperança cristã. Presidido pelo Arcebispo Dom Paulo Cezar Costa, as celebrações ocorreram ontem, com uma procissão ao meio-dia da Cúria Metropolitana até a Catedral, seguida de missa, e outra à noite na Basílica, em Asa Norte.
Durante a missa na Catedral, Dom Paulo Cezar Costa enfatizou a vida como uma caminhada de esperança. Fiéis como Rosângela Miguel compartilharam experiências de fé e gratidão pelo ano jubilar. O encerramento global do Ano Jubilar está previsto para 6 de janeiro de 2026, mas as atividades locais reacenderam a esperança em paróquias e comunidades.
Essa pequena caminhada que vamos fazer relembra que a nossa vida é uma grande caminhada. Relembra que nós somos caminhantes da esperança.
Nós somos sustentados pela fé e, por isso, nosso peregrinar é cheio de esperança. Esperança porque o Senhor está conosco. A certeza de que a nossa esperança é Cristo, Cristo vivo, esse menino que nasceu em Belém, que morreu e ressuscitou, que está conosco e caminha conosco.
Agradecemos a Deus por tudo aquilo que Ele fez na vida das pessoas, na vida das paróquias, na vida das nossas comunidades. Estamos aqui como peregrinos da esperança. O jubileu reacendeu a esperança nos nossos corações, a grande esperança da fé. Agora somos chamados a sermos missionários da grande esperança da fé, que é Cristo ressuscitado, presente e vivo no nosso meio.
Testemunhos de Fiéis Reforçam Espírito de União e Gratidão
Casais como Amado e Tereza de Oliveira recordaram seu casamento na Catedral em 1972, destacando a importância da fé em sua jornada. Eles visitam o local regularmente, vendo-o como referência espiritual para a família. Rosy Maria Vieira, da Pastoral da Catequese, expressou renovação no compromisso de servir a Deus.
Frei Flávio Freitas descreveu o ano como cheio de bênçãos, com o encerramento representando gratidão pela misericórdia divina. Esses testemunhos ilustraram como o Ano Jubilar fortaleceu a esperança cristã entre os participantes. As celebrações uniram a comunidade em um momento de reflexão e ação missionária.
Para mim, que sou católica, essa data é muito importante. Esse ano foi um ano de muita celebração quanto à esperança para nós cristãos, de servir, de amar o próximo, de perdoar, de crer num Deus vivo e presente na nossa vida todos os dias.
Nós nos casamos aqui, dia 1º de janeiro de 1972, às 18 horas, um sábado bonito. Neste dia entregamos nosso relacionamento ao nosso Deus e cá estamos. Continuamos assim, cheios de amor, graças a Deus.
Sempre que nós pudermos, a gente vem aqui. Apesar de participarmos de uma paróquia no Guará II, a Catedral é uma referência espiritual para a nossa família.
Além do amor, buscamos ter atrito zero e tolerância dez.
Pra nós, esse ano é muito importante, porque renova o nosso sim ao servir a Deus, a nossa esperança na caminhada da Pastoral da Catequese. Estar aqui é um momento de muita graça, de agradecer a Deus pelas graças concedidas neste ano jubilar.
Desde cedo, meu coração está em alegria. Foi um ano de tantas bênçãos. Encerrar um ano jubilar é dizer a Deus gratidão, porque mais uma vez a Igreja celebra um ano de bênção, graça, perdão e misericórdia para todo mundo.