O desembargador Maurício Miranda, ex-promotor e procurador de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), faleceu aos 60 anos no domingo, 4 de janeiro de 2026. A morte foi lamentada pelo governador Ibaneis Rocha, que a classificou como uma grande perda para o sistema judiciário. Detalhes sobre a causa do falecimento não foram divulgados até o momento.
Carreira destacada no judiciário
Maurício Miranda construiu uma trajetória notável no âmbito jurídico brasileiro. Iniciou sua carreira como promotor e ascendeu ao cargo de procurador de Justiça no MPDFT, onde atuou em diversas causas relevantes. Posteriormente, foi nomeado desembargador, contribuindo para decisões importantes no Tribunal de Justiça do Distrito Federal.
Aos 60 anos, Miranda era reconhecido por sua dedicação ao direito e à justiça pública. Sua passagem por diferentes instâncias do MPDFT o tornou uma figura respeitada entre colegas e profissionais do setor. A perda ocorre em um momento em que o judiciário brasileiro enfrenta desafios crescentes, como a necessidade de reformas e maior eficiência nos processos.
Reação do governador Ibaneis
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, expressou publicamente seu pesar pela morte de Maurício Miranda. Em declaração divulgada, ele destacou o impacto da perda para a comunidade jurídica local. A manifestação reflete o respeito que Miranda conquistou ao longo de sua carreira.
Uma grande perda
A citação de Ibaneis ressalta a importância de Miranda não apenas como profissional, mas como uma referência no meio jurídico. Outras autoridades e instituições podem vir a se pronunciar nas próximas horas, ampliando o coro de condolências.
Contexto e legado
A morte de Maurício Miranda em 4 de janeiro de 2026, um domingo, marca o início do ano com uma nota de luto no Distrito Federal. Embora o local exato do falecimento não tenha sido informado, especula-se que o ocorrido possa influenciar discussões sobre saúde e bem-estar de profissionais do judiciário. Seu legado inclui contribuições para o fortalecimento das instituições jurídicas, servindo de exemplo para novas gerações.
Em 2026, ano que se inicia com expectativas de avanços no setor público, a ausência de figuras como Miranda pode motivar reflexões sobre sucessão e continuidade de trabalhos em andamento. A comunidade jurídica acompanha de perto os desdobramentos, enquanto familiares e amigos prestam homenagens ao desembargador falecido.