A Polícia Civil prendeu um técnico de enfermagem e duas colegas suspeitos de matar pacientes na UTI do Hospital Anchieta, administrando medicamentos em altas doses ou desinfetante na veia. As mortes ocorreram entre novembro e dezembro de 2025, e as prisões foram realizadas em janeiro de 2026 em Águas Lindas de Goiás. Os suspeitos são Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos, e Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos.
Detalhes dos crimes
As vítimas identificadas incluem João Clemente, de 63 anos, Marcos Moreira, de 33 anos, e uma professora de 75 anos. Os suspeitos atuavam na UTI do Hospital Anchieta, onde administraram substâncias letais aos pacientes internados. A investigação aponta que as ações ocorreram de forma intencional, resultando nas mortes durante o final de 2025.
Prisão e investigação
A prisão aconteceu em casa, filmada pela Polícia Civil, destacando a operação em Águas Lindas de Goiás. Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, o técnico de enfermagem principal, foi detido junto com as duas colegas. A polícia continua apurando os motivos, embora nenhum tenha sido divulgado até o momento.
Impacto no setor de saúde
O caso abala a confiança no Hospital Anchieta e no sistema de saúde local. Autoridades investigam se há mais vítimas ou envolvidos nos incidentes na UTI. A prisão em janeiro de 2026 marca um avanço na apuração dos fatos, com expectativa de mais detalhes em breve.
Contexto e desdobramentos
Os crimes ocorreram em um período crítico, entre novembro e dezembro de 2025, afetando pacientes vulneráveis. A Polícia Civil filmou a prisão para documentar o processo, garantindo transparência. O caso segue sob análise, com foco na justiça para as vítimas e suas famílias.