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Teresa Regina de Ávila e Silva, mãe do ativista Thiago Ávila, morre aos 63 anos vítima de ELA

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Fita azul e branca de conscientização sobre ELA em árvore de parque brasileiro, simbolizando luto por vítima da doença.
Fita azul e branca de conscientização sobre ELA em árvore de parque brasileiro, simbolizando luto por vítima da doença.

Teresa Regina de Ávila e Silva, mãe do ativista brasiliense Thiago Ávila, faleceu aos 63 anos na terça-feira, 5 de maio de 2026, vítima de complicações da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). A confirmação veio do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF), onde sua filha, Luana de Ávila, atua como vice-presidente. A notícia surge em meio a um contexto familiar delicado, com Thiago detido em Israel, o que intensifica o luto da família.

A luta contra a Esclerose Lateral Amiotrófica

A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença progressiva que compromete o controle muscular, e Teresa enfrentava esse quadro há anos. A condição leva a uma deterioração gradual das funções motoras, afetando a mobilidade e a respiração. De acordo com o Sinpol-DF, as complicações da ELA foram a causa direta do falecimento, destacando os desafios impostos por essa enfermidade rara e incurável.

Muitos pacientes com ELA dependem de cuidados intensivos à medida que a doença avança. No caso de Teresa Regina de Ávila e Silva, a batalha prolongada reflete a resiliência comum entre aqueles que lidam com a ELA. Organizações de saúde enfatizam a importância de suporte médico e familiar nesse processo.

Reações e contexto familiar

A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) expressou solidariedade à família, conectando o luto à detenção de Thiago Ávila em Israel. Ela destacou a urgência de respeitar o direito ao luto em meio a essa situação. Luana de Ávila, como vice-presidente do Sinpol-DF, representa o elo profissional da família com a entidade que confirmou a morte.

Minha solidariedade é ainda mais profunda ao considerar que este luto ocorre em um cenário de extrema angústia para a família, com a injustificável detenção de Thiago em Israel.

Erika Kokay

É urgente que a dignidade e o direito ao luto sejam respeitados. Unimos nossa voz àqueles que pedem a libertação imediata de Thiago, para que ele possa atravessar esse momento de despedida junto aos seus entes queridos.

Erika Kokay

A detenção de Thiago Ávila adiciona uma camada de complexidade ao luto familiar, gerando apelos por sua liberação. O Sinpol-DF, ao confirmar o falecimento, reforça o apoio à família em um momento de perda significativa. Essa tragédia pessoal ocorre enquanto debates sobre direitos humanos e detenções internacionais ganham destaque.

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