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GDF planeja rating A até dezembro de 2026 para honrar empréstimo de R$ 6,6 bi

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Segundo o secretário, a zeladoria da capital não será afetada (foto: Minervino Júnior/CB/D.A.Press)
Segundo o secretário, a zeladoria da capital não será afetada (foto: Minervino Júnior/CB/D.A.Press)

O secretário de Economia do Distrito Federal, Valdivino de Oliveira, detalhou em entrevista realizada em junho de 2026 as estratégias para elevar a classificação de risco do GDF e cumprir o acordo firmado com o STF. As ações visam honrar o empréstimo de R$ 6,6 bilhões obtido junto ao Fundo Garantidor de Créditos para socorrer o Banco de Brasília, sem comprometer a execução orçamentária nem gerar congelamento de concursos e reajustes salariais dos servidores públicos.

Metas de ajuste fiscal até dezembro

O governo do Distrito Federal realiza ajustes desde abril de 2026 com o objetivo de alcançar a Capag A até 31 de dezembro de 2026. Valdivino de Oliveira explicou que a reclassificação de despesas, o aumento da arrecadação por meio de fiscalização e a priorização de investimentos em áreas essenciais fazem parte do plano para recompor as finanças públicas em cenário de déficit.

O empréstimo está dentro da nossa capacidade de pagamento. É um fluxo de 15 anos. E estar dentro da nossa capacidade de pagamento significa que não vai afetar em nada a nossa execução fiscal.

Valdivino de Oliveira

Cumprimento do artigo 167A da Constituição

Até agosto de 2026, o GDF pretende eliminar o descumprimento do artigo 167A da Constituição, em vigor há dois anos e meio. O secretário ressaltou que, enquanto a Capag A não for alcançada, o ajuste fiscal permanece obrigatório para evitar impedimentos constitucionais e garantir a capacidade de pagamento do Distrito Federal junto ao FGC.

Até agosto, eu elimino o descumprimento do 167A. O GDF vem, há dois anos e meio, descumprindo o artigo. Até agosto, estarei cumprindo. Em 31 de dezembro, quando fechar o balanço de 2026, quero fechar com Capag A.

Valdivino de Oliveira

A governadora Celina Leão acompanha as medidas que envolvem o Banco de Brasília e os servidores públicos, buscando manter a estabilidade fiscal sem afetar serviços essenciais.

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