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Deputados denunciam falhas graves em serviços públicos do DF

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Prédio público deteriorado no DF representando falhas em serviços públicos
Prédio público deteriorado no DF representando falhas em serviços públicos

Deputados distritais criticaram duramente falhas graves em serviços públicos do Distrito Federal durante o Pequeno Expediente da sessão ordinária na Câmara Legislativa na terça-feira, 1º de setembro de 2026. Max Maciel, Eduardo Pedrosa, Gabriel Magno e João Cardoso destacaram problemas no Cras da Estrutural, erros em cálculos de compensação por energia solar, atrasos em repasses da Lei de Incentivo à Cultura e demoras no Iprev-DF, prejudicando famílias, consumidores, projetos culturais e servidores.

Problemas no Cras da Estrutural afetam atendimento a famílias

Os parlamentares relataram que o sistema de agendamento do Cras da Estrutural apresenta falhas constantes, impedindo que mães chefes de família acessem serviços socioassistenciais essenciais. As queixas apontam para uma estrutura incapaz de atender a demanda, ampliando o sofrimento de quem depende desses recursos em momentos de vulnerabilidade.

O Cras da Estrutural está com problemas graves de atendimento. As famílias não conseguem marcar horário e, quando conseguem, o sistema falha. Isso prejudica especialmente as mães chefes de família que dependem dos serviços socioassistenciais

Max Maciel

Erros em cálculos de energia solar lesam consumidores do DF

Investidores em energia solar enfrentam cobranças equivocadas devido a metodologia falha de medição, segundo os deputados. Muitos realizaram aportes elevados confiando em economia prometida, mas agora sofrem prejuízos financeiros por causa da ineficiência da Agência Reguladora, que ainda não revisou os parâmetros.

São pessoas que fizeram um investimento alto, confiando na promessa de economia na conta de luz. Agora, estão sendo lesadas por um cálculo equivocado. A Agência Reguladora precisa revisar urgentemente esses parâmetros

Eduardo Pedrosa

Burocracia excessiva paralisa repasses culturais e processos do Iprev

A lentidão nos repasses da Lei de Incentivo à Cultura mantém projetos paralisados, enquanto a demora na análise de processos do Iprev-DF afeta servidores que aguardam benefícios previdenciários. Os deputados protocolizaram requerimentos para cobrar agilidade, mas a ineficiência burocrática continua a gerar instabilidade financeira em setores já fragilizados.

A cultura é um setor que ainda sofre muito com a instabilidade financeira. Não podemos permitir que os recursos fiquem retidos por burocracia excessiva. Muitos projetos estão paralisados por falta de repasse

Gabriel Magno

João Cardoso também cobrou soluções imediatas para evitar que essas falhas se prolonguem e piorem a situação de milhares de cidadãos no Distrito Federal.

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