Nestor da Silva, último pracinha vivo de São Paulo e integrante da Força Expedicionária Brasileira, morreu aos 108 anos no dia 30 de maio de 2026. A informação foi confirmada por familiares e autoridades locais, que destacaram sua trajetória como veterano da Segunda Guerra Mundial. Sua partida marca o fim de uma geração que participou diretamente do conflito ao lado dos Aliados.
Trajetória do veterano paulista
Nestor da Silva serviu como pracinha da Força Expedicionária Brasileira durante a Segunda Guerra Mundial. Ele foi reconhecido por décadas como o último sobrevivente dessa origem em São Paulo, mantendo viva a memória dos combatentes brasileiros que lutaram na Itália. Sua longevidade permitiu que novas gerações ouvissem relatos diretos sobre o conflito.
Autoridades e entidades de veteranos prestaram homenagens após o anúncio da morte. O falecimento ocorreu um dia antes da data atual, reforçando o impacto emocional entre familiares e pesquisadores da história militar brasileira.
Legado da força expedicionária
A morte de Nestor da Silva encerra um capítulo importante da participação brasileira na Segunda Guerra Mundial. Sua figura representava a conexão direta com os pracinhas que integraram a Força Expedicionária Brasileira e enfrentaram desafios em solo europeu. Comunidades de São Paulo já organizam atos para preservar sua memória e os valores de coragem demonstrados por toda a geração.
Especialistas em história militar ressaltam que relatos como os de Nestor da Silva contribuem para manter vivo o conhecimento sobre o papel do Brasil no conflito global. O veterano deixa um exemplo de dedicação que continua a inspirar estudos e homenagens institucionais.