O Distrito Federal mantém um protocolo estruturado para o diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama na rede pública, com início nas Unidades Básicas de Saúde e fluxo definido até o suporte oncológico completo. O sistema atende principalmente mulheres entre 40 e 75 anos, além de homens, que representam cerca de 1% dos casos segundo o Inca. O objetivo central é garantir acesso rápido e humanizado, pois o diagnóstico em estágio inicial aumenta significativamente as chances de cura.
Como funciona o fluxo de atendimento
A paciente começa o processo na UBS mais próxima, onde o médico solicita a mamografia de rastreamento. O exame pode ser realizado nos hospitais da rede ou por meio do projeto Peito Aberto. Quando há alteração, a mulher recebe consulta prioritária com mastologista em menos de 30 dias, seguida de biópsia, se necessário, e tratamento individualizado conforme o caso.
Alcance do protocolo no Distrito Federal
Os exames e consultas são oferecidos em unidades como HRS, HRAN, Hmib, HRL, Cesmu, HRSam, HRT, HRG, CRT e HRC. O modelo integra triagem, diagnóstico e tratamento em uma única linha de cuidado, reduzindo o tempo entre a suspeita e o início da terapia. Essa organização busca evitar perdas de seguimento e oferece suporte contínuo durante todas as etapas.
Por que o diagnóstico precoce salva vidas
O câncer de mama continua sendo uma das principais causas de morte entre mulheres, mas a detecção precoce muda esse cenário. No Distrito Federal, o protocolo prioriza agilidade e humanização para que pacientes recebam atenção adequada desde o primeiro contato. Homens também são incluídos no rastreamento quando há sinais clínicos, garantindo que ninguém fique sem atendimento na rede pública.