O Governo do Distrito Federal enviou ofício ao ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, pedindo nova audiência para tratar da demora na contratação de empréstimo de R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito destinado à capitalização do Banco de Brasília. A Procuradoria-Geral do Distrito Federal criticou a postura do FGC e da União e solicitou a dispensa da fiança de sindicato de bancos. O documento relata que o Distrito Federal cumpriu todas as obrigações do acordo homologado pelo STF desde maio de 2026, com medidas adotadas em junho e julho, e atingiu a classificação Capag B.
Pedido de audiência ao ministro do stf
O ofício encaminhado recentemente ao Supremo Tribunal Federal destaca que novas exigências não previstas no acordo homologado inviabilizam a operação. O Governo do Distrito Federal afirma que o Fundo Garantidor de Crédito e a União impuseram condições adicionais que contrariam os termos já aprovados, gerando atrasos significativos no processo de capitalização do BRB.
Cumprimento das obrigações pelo distrito federal
Segundo a Procuradoria-Geral do Distrito Federal, o ente federativo atendeu integralmente às determinações judiciais, o que deveria permitir o avanço da contratação do empréstimo. A classificação Capag B alcançada reforça a capacidade de pagamento do Distrito Federal e elimina a necessidade de garantias adicionais por parte de instituições financeiras.
Postura do fgc e da união questionada
A PGDF ressaltou que o silêncio do Fundo e a postergação da União impedem o progresso do acordo. O texto do ofício afirma que, apesar do cumprimento das regras, novas barreiras surgiram e afetam diretamente a viabilidade do financiamento para o BRB.
Enquanto o Fundo silencia, o Distrito Federal cumpre. Enquanto a União posterga, o Distrito Federal cumpre. Enquanto novas exigências são impostas, o Distrito Federal cumpre
PGDF