Uma professora de 50 anos morreu em Ceilândia depois de receber uma injeção para tratar queda de cabelo em um salão de beleza. Lidiane Gomes de Souza Alves sentiu mal-estar cerca de duas horas após o procedimento informal e não resistiu no hospital. A Polícia Civil do DF investiga o caso.
Procedimento realizado sem médico
A vítima procurou o salão após ver anúncios em redes sociais. O tratamento para alopecia ocorreu sem presença de médico e com substância possivelmente sem aprovação da Anvisa. Familiares confirmaram que ela buscava solução rápida para o problema capilar.
Alerta sobre aplicações estéticas
A Secretaria de Saúde do DF reforça que procedimentos injetáveis exigem ambiente clínico e profissional habilitado. A dermatologista Ana Carolina Lemos orienta a população sobre os perigos dessa prática.
Qualquer injeção, por mais simples que pareça, deve ser feita por profissional habilitado, em local adequado e com substância de procedência comprovada. O que estamos vendo é uma banalização perigosa de procedimentos que podem matar.
Ana Carolina Lemos
Moradores de Ceilândia devem verificar a formação de quem realiza tratamentos estéticos antes de aceitar o serviço. A investigação da PCDF busca identificar a origem da substância e os responsáveis pelo salão.