Uma mulher foi condenada pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Taguatinga por agredir a própria mãe durante uma briga motivada pela dissolução de uma sociedade empresarial. O fato ocorreu em novembro de 2024 em Taguatinga Norte, no Distrito Federal, e as evidências incluíram vídeos e exame pericial que atestaram nove lesões na vítima.
Detalhes do confronto na loja
Segundo os autos, a discussão teve início em um estabelecimento comercial quando mãe e filha disputavam questões relacionadas a máquinas de cartão. Durante o embate pela posse de uma bolsa, a filha desferiu golpes que resultaram em hematomas e escoriações, conforme registrado em laudo médico e imagens captadas no local. O conflito surgiu em meio às negociações para encerrar a sociedade empresarial familiar.
Rejeição da alegação de legítima defesa
A defesa sustentou que a acusada teria agido para se proteger, mas essa versão foi descartada pelo juízo. As provas apresentadas, incluindo o laudo pericial e os registros audiovisuais, foram consideradas suficientes para configurar o crime de violência doméstica. A sentença reforça a aplicação da lei em casos de agressão no âmbito familiar.
O julgamento ocorreu posteriormente ao incidente e manteve o foco nas circunstâncias do conflito empresarial que precedeu a agressão. Casos como este destacam a importância de resolver disputas societárias por vias legais, evitando escaladas de violência no ambiente familiar.